De peito aberto Quem sabe dessa vez eu acerto? Decerto o meu erro é o meu acerto Se não acerto é que meu erro passou perto. De peito aberto aceito o meu erro... E a lágrima reverto. KLARA RAKAL
segunda-feira, 18 de março de 2024
Mulher, negra, favelada
domingo, 7 de maio de 2023
Climatério
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| Garota em frente ao espelho Pablo Picasso, 1932 |
O que vejo diante do espelho?
Além daquilo que se vê?
Se o que foi visto não é essência?
É só aparência?
Riscos, sulcos, rugas, rusgas do tempo
que passa por mim
Fecho os olhos mas a imagem permanece
Tatuada no reflexo
Da memória dos esquecidos
Aquecidos pelo nexo da permanência
O que fenece é matéria artéria deletéria histeria
Neurastênica nunca fui boa na arte cênica
Revelo desvelo se visto a túnica da ciência
Sexo complexo amplexo êxodo de mim
Espelho, espelho meu
Existe mais perplexa que eu?
KLARA RAKAL
08.01.2023
sábado, 24 de março de 2012
É, Vera...
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Bruxas Modernas
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Autorretrato
Poema criado em 1992, em um laboratório de produção de textos poéticos, ministrado pela poetisa, mestra e doutora Graça Cretton, na UFRJ, parafraseando Cecília Meireles. Abaixo, o poema de Cecília (desculpem a intimidade!), grande poetisa, fonte inesgotável de inspiração!
assim calmo, assim triste, assim magro,
nem estes olhos tão vazios,
nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas;
eu não tinha este coração
que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança,
tão simples, tão certa, tão fácil:
— Em que espelho ficou perdida
a minha face?
terça-feira, 10 de maio de 2011
Jacqueline
sábado, 9 de abril de 2011
Faxina
Esse poema teria mais uma estrofe, bem direcionada a alguém que eu tinha acabado de "limpar" do meu coração, alguém que finalmente eu tinha decidido jogar fora, porque não prestava mais, aliás nunca tinha prestado... O ano era o de 2002, alguns resquícios ainda de uma faxina iniciada em 1999. Reproduzo a última estrofe, que depois foi banida do poema - quando eu não precisava mais convencer a mim mesma.
(Para um blog a gente confessa tudo... é a proposta!)
Para aquele arrogante e otário,
Desodorizante de vaso sanitário.
Poema premiado e publicado na coletânea POESIA NA ESCOLA - 2002, da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, categoria Profissionais da Educação.
imagem pesquisada na internet








